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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Sopapo Poético com Lizza Dias - SP


sexta-feira, 16 de junho de 2017

Ilê Aiyê no Parque da Cidade - BA


sexta-feira, 9 de junho de 2017

Oficina de Leitura Encenada para Mulheres Negras - BA




Oficina de análise de texto dramatúrgico e técnicas de leitura encenada, que propõe discutir cenicamente , questões e ou problemáticas, pertinentes ao universo de mulheres negras. 

Com o tema " Por quem choram as mães ? ", a primeira Oficina de Leitura Encenada " Só para Mulheres Negras ", promovida pelo Coletivo de Mulheres Negras ( COMUN ),pretende fazer uma reflexão acerca do exterminio de jovens negros nas periferias de Salvador, a partir do ponto de vista de mães e ou familiares. 

Dias 10 e 11 de junho das 14h às 17h. e das 9h. as 12h. respectivamente. No Espaço Cultural Alagados. – Grátis.

(71) 3317-6518 / (71) (71) 99718 6950
Inscrições presencial via WhatsApp : (71) 98826 8061 ( Enviar nome, idade ) ou preencher formulário disponibilizado no link: 
Chegar ao local 30m antes do inicio do evento 
VAGAS LIMITADAS


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Espetáculo "A Cabaça da Existência" - Temporada Carioca




Depois de conquistar o público em Angra dos Reis e de ter sido indicado ao prêmio FITA 2016 como destaque especial do júri técnico do Festival Internacional de Teatro de Angra pelo trabalho de pesquisa, expressão corporal e percussão, “A Cabaça da Existência” chega ao Rio de Janeiro em junho.
No espetáculo o grupo Artêros se reveza em cena para falar da criação do mundo segundo os contos Iorubas.

Olorún - O senhor supremo do universo resolveu acabar com o ócio reinante em Orún (o céu) e decidiu criar um mundo habitado por seres em tudo semelhantes a ele. Para o empreendimento, convocou todos os orixás e, sob o comando de Obatalá, seu primogênito, ordenou que partissem para criar Ayê (a terra). As cenas são permeadas de danças e as narrativas apresentam de forma lúdica a história dos orixás.

Serviço:
Dias: (05 e 06 / 12 e 13 / 19 e 20 / 26 e 27)
Todas as Segundas e Terças-Feiras de Junho às 19:30
Venda Online: www.sympla.com.br
Ingressos : R$40 Inteira / R$20 Meia 
Curta Temporada de 05 à 27 de Junho - Casa de Baco - Rua da Lapa, nº 243 - Centro.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Leitura dramática faz parte da programação do Projeto Terças Pretas do Bando de Teatro Olodum - BA

O texto “Tenho Medo de Monólogo” com a atriz gaúcha Vera Lopes e o escritor paulista Luiz Silva (Cuti) será apresentado no dia 31 de maio

Para finalizar a edição de maio do Projeto Terças Pretas, do Bando de Teatro Olodum, no Teatro Vila Velha, que teve início no dia 03 e irá ocupar todas as terças do mês com poesia, espetáculos teatrais, feira étnica e literatura, os convidados da noite são a atriz Vera Lopes e o escritor Luiz Silva – Cuti, para uma leitura dramática. 

Em conjunto irão apresenta o texto “Tenho Medo de Monólogo”, uma reflexão sobre um drama familiar, um mundo feminino, além de abordar questões sobre os preconceitos estruturais de raça e gênero.  Na obra, de acordo com a sinopse, “uma mulher negra narra sua trajetória de luta para criar dois filhos adotivos e, diante do desaparecimento de um deles, toma atitude desesperada que, embora redunde em confinamento, acaba levando-a a um encontro amoroso inusitado e à possibilidade de retomar um antigo amor”. A trama percorre os caminhos da maternidade, solidão, abandono, tragédia pessoal, loucura e um possível novo amor. Entre idas e vindas, a história é desvendada num tradicional fluxo de pensamentos de uma estrutura narrativa que leva para um final surpreendente.  

Segundo Lucianno Mazza, autor, crítico de teatro e diretor carioca, “Vera Lopes foi a responsável por dizer seu texto escrito com Cuti (leitor das rubricas). Segura e com bom equilíbrio, entre a emotividade e a qualidade técnica vocal, demonstrou grande interesse e prazer em dizer esta história e a sua interpretação foi contribuição fundamental para a alta qualidade final desta leitura” (Em 2015, no Seminário Nova Dramaturgia da Melanina Acentuada – RJ). Já a atriz, pesquisadora, professora, doutora em Arte pela Unicamp com Pós-Doc pela UFBA, Evani Tavares, revela que, “Vera Lopes é uma atriz fantástica, de uma sensibilidade e entrega que poucas têm! O que ela fez, aquela leitura, naquele ambiente super intimista, para uma platéia super, hiper selecionada, cheia de notáveis, foi algo extremamente difícil e corajoso. Vera sustentou um texto de altas variantes, com muitas variantes, e, por quase uma hora!”. 

Após a leitura dramática terá um bate papo com o público. A noite inicia às 18h com a Feira Étnica e diversos artistas e afro empreendedores expondo produções artesanais, moda e gastronomia. A leitura tem início às 19h. O ingresso dessa noite será pague quanto quiser. 

SERVIÇO
O Quê: Leitura Dramática “Tenho Medo de Monólogo” com a atriz Vera Lopes e o escritor Luiz Silva (Cuti), no Projeto Terças Pretas
Quando: 31 de maio de 2016
Onde: Teatro Vila Velha (Campo Grande)
Quanto: Pague quanto quiser
Horário: 19h 

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Oficina "Mulher negra e políticas públicas" - RJ



Queridas amigas e amigos do Grupo Cultural Balé das Iyabàs

Gostaríamos de convidar todas e todos vocês para a próxima VIVÊNCIAS DO BALÉ – MULHER NEGRA E POLÍTICAS PÚBLICAS - Reflexões sobre o protagonismo da Mulher, entre mitos, danças, diálogos e experiências; que será realizada no dia 20 DE SETEMBRO, DOMINGO,  de 15hs às 18hs, no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo.

Convidada: Maria Olina (Pedagoga com experiência em Administração Pública)

Contamos com a participação de vocês que já tiveram a oportunidade de participar das oficinas e conhecer o nosso trabalho e dxs que ainda irão conhecer! 
Segue abaixo algumas orientações para oficina:
Horário
Pedimos que fiquem atentxs ao horário de início da oficina: 15 HORAS 
Temos observado que, por diversos motivos, as pessoas estão chegando muito atrasadas. Isso faz a nossa oficina começar mais tarde que o previsto, prejudicando as pessoas que se esforçaram para serem pontuais. Como todxs sabem, nossa oficina têm uma dinâmica de desenvolvimento que torna necessário acompanhá-la desde o início para um melhor aproveitamento. Portanto, pedimos pontualidade e avisamos que a tolerância será de no máximo 15 minutos!
Vestimenta
Pedimos que atentem para vestimentas leves e confortáveis, que as possibilitem movimentar o corpo livremente!
Alimentação
Infelizmente, no momento, não temos mais condições de oferecer o maravilhoso lanche que fazia parte das nossas oficinas. Pedimos para que levem seus lanchinhos de casa e água (há um bebedor no andar de cima, para quem não se importar em se deslocar), para não sentirem fome e sede ao longo da Vivência
Valores da oficina - mudanças
Como todxs sabem, nossas oficinas se realizam em um espaço público e por isso, não podemos cobrar por elas. No entanto, até a Vivência do mês de julho, contávamos com a contribuição consciente dxs participantes, que é uma forma de contribuição que permite a cada pessoa, oferecer o quanto pode e vai pagar por um serviço recebido, de acordo com sua avaliação a respeito da qualidade, dos benefícios obtidos com a oficina e da sua condição financeira atual. Sempre considerando algumas questões como: o cuidado com que preparamos cada vivência, desde o conteúdo aos aspectos estruturais; o valor de mercado para uma oficina como essa; o valor que cada uma/um considera adequado para o trabalho proposto, as pessoas contribuíam dentro das suas possibilidades. Porém, com a mudança da gestão do Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, o direito à essa nova forma de economia sustentável, foi vetado aos grupos que realizam atividades no mesmo.
Embora essa nova realidade atinja diretamente a sustentabilidade do projeto, optamos por continuar oferecendo um trabalho que nos é tão caro e igualmente importante para o nosso público. Salientamos que iremos continuar buscando novas formas de financiamento e provavelmente um novo espaço, pois só temos a garantia de utilização do Laurinda até o mês de outubro.
Seguiremos firmes, apesar de tudo, com nosso compromisso e comprometimento com o fortalecimento e empoderamento de nós, Mulheres Negras!
Axé

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Curta em stop motion traz mito da criação do universo contado por Orixás


Produtora baiana reuniu artistas e técnicos especializados

 para a produção do filme de 12 minutos
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Com mais de 25 mil clicks, o mito da criação do universo será contado pela técnica do stop motion no curta ÒRUN ÀIYÉ, uma realização da Estandarte Produções, produtora baiana que reuniu um time de renomados profissionais para dar vida à animação inédita, que está sendo produzida em Salvador/Camaçari. O curta traz a trajetória do pai de todos os deuses, Oxalá, para cumprir sua missão junto a outras divindades, em uma envolvente narração de 12 minutos, carregada de simbolismos da cultura afrobrasileira. A animação é inclusiva e, por meio de recursos como audiodescrição, subtitulação e janela de Libras, estará disponível para o público surdo e cego, além de estar em mais cinco línguas – português, inglês, francês, espanhol e yorubá.

Para as diretoras da obra, as cineastas Jamile Coelho e Cintia Maria, a animação será um instrumento de educação, combate ao racismo e à intolerância religiosa em meio às crianças e jovens. “Esse material paradidático permitirá às crianças e jovens a ampliação da noção de cultura negra trazida da África para o Brasil, proporcionando uma educação que reconheça e valorize a diversidade, comprometida com as origens do povo brasileiro”, afirma Jamile Coelho. A religiosidade afro-brasileira será abordada a partir da contação de histórias, tendo a figura do historiador Ubiratan Castro de Araújo (1948-2013) como o griôt – narrador das lendas envolvendo deuses africanos como Olodumaré, Oxalá, Orunmilá, Ododuwa, Nanã e Exu.

cinco anos, a Estandarte Produções atua na criação e gestão de projetos culturais e pedagógicos, a exemplo de oficinas artísticas, mostras e festivais, debates, intercâmbios, publicações, audiovisuais (cds, dvds, videoclip, documentários e curta-metragens), envolvendo profissionais de formações variadas, como música, teatro, comunicação, administração e artes visuais. No currículo já tem projetos como o premiado A Cartomante, dirigido por Adriano Big e vencedor do Festival de Cinema Baiano em Ilhéus (2012), nas categorias Melhor Diretor e Melhor Atriz e a animação em stop motion Talvez Futuro, exibido no maior festival da categoria em toda América Latina - o 1º Festival Internacional de Stop Motion do Brasil (Recife/PE), em 2011.
Produção - Na produção do curta, nomes renomados como o doutor em Música pela UFRJ, Guilherme Maia na direção musical, Cenografia do premiado Léo Furtado e Mônica Terra Lima, o músico e produtor musical, André T. na mixagem e desenho de som, animação (2D) do renomado Mateus Di Mambro, painéis do grafiteiro Eder Muniz (Calangos) e bonecos do artista plástico, Leonardo Muela (Minhocas).  A animação conta com recursos do Edital de Apoio para Curta-metragem - Curta-afirmativo: Protagonismo da Juventude Negra na Produção Audiovisual, parceria entre a Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura e a Fundação Palmares lançada em 2013, além do Edital de Patrocínio 2014 da Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás).

Depoimentos sobre ÒRUN ÀIYÉ:

Caó Cruz Alves é um renomado diretor, cartunista e animador.

"Existe uma política de editais que sempre contempla a animação. Todavia, o principal problema na Bahia é a mão de obra. Infelizmente não temos qualificação profissional para atender a demanda mínima do mercado, por isso é necessário termos cursos, oficinas, mostras e festivais para formação de novos animadores".


Lindinalva Barbosa é educadora, mestre em Estudos de Linguagens/Uneb e omorixá Oyá do Terreiro do Cobre (Salvador).

“A gente vive hoje um dilema muito grande, que é de como vamos implementar a Lei 10.639 e a 11.645, que são dispositivos legais que prevê a implementação de fato a história da cultura africana, afro-brasileira e indígena na educação das pessoas. A Lei existe, mas só vai acontecer de fato se nós fizemos ações e gestões nesse sentido. E o filme não é apenas um produto cultural, mais também o dispositivo pedagógico e isso vai nos ajudar a formar crianças que possam de fato viver em onde sejam respeitadas as diferenças étnicas”.

Sobre a diretora de ÒRUN ÀIYÉ  - Jamile Coelho

Cineasta baiana, Jamile Coelho, é graduada em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal da Bahia — trabalha com animação desde 2008 — quando desenvolveu em parceria com o Grupo Caco de Telha a série 2D "A Turma da Jujuba". Atualmente, trabalha como diretora de comerciais publicitários, programas televisivos e documentários em Camaçari e Salvador. Estudou animação em stop motion com o animador e diretor Walter Tournier (Uruguai) e, com o diretor e animador Barry Purves (Inglaterra). Dirigiu a animação em stop motion "Talvez Futuro", selecionada para I Festival Internacional Brasil Stop Motion (2011).

Acompanhe o filme ÒRUN ÀIYÉ no Facebook.

Informações, entrevistas, gravações:
Jamile Menezes (Assessoria de Imprensa – (71) 9219-7135)